Monthly Archives: June 2015

Férias em NYC – Day 03

O terceiro dia do cronograma começava com a Estátua da Liberdade, continuava com um passeio em Wall Street emendado com uma visita ao Memorial do 11 de Setembro e acabava com um passeio pelo SoHo. Bom, na prática foi quase isso.

Acordamos cedo e pegamos o metrô da linha J no sentido “downtown”. Achamos uma Starbucks para mais um chocolate quente, desta vez com bagel na manteiga. Estava um frio de rachar (literalmente no caso dos meus lábios), por isso saímos com o chocolate quente em mãos na tentativa de nos manter aquecidos.

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Chegamos ao Battery Park, onde fica a bilheteria da Estátua da Liberdade e achamos estranho porque não vimos mais ninguém por lá. “Será que está frio demais para os turistas?” foi um pensamento que passou rápido pela cabeça, mas logo descobrimos o porquê do vazio: nós estávamos de um lado da bilheteria, os outros estavam do outro lado 🙂

Pegamos os ingressos e fomos para a balsa. Antes, claro, uma passagem pela área de segurança. Uma fila básica (básica mesmo, não ficamos muito tempo nela) e um esquema de segurança de aeroporto.

Ajeitamo-nos na barca e esperamos o resto do povo fazer o mesmo para que pudéssemos partir. Encontramos dois brasileiros, um de Curitiba e uma do Rio de Janeiro e já nos enturmamos (ou melhor, eles “se enturmaram” com a gente, rs). A viagem foi curta, com direito a muito frio, algumas “balançadas” e uma neblina básica.

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Chegamos à Liberty Island, conversamos um pouco com os novos amigos e fomos até o pedestal da estátua. Como os amigos não tinham ingressos para o pedestal, perdemos eles de vista. Subimos para o pedestal – de elevador porque meu joelho estava em nada nesse dia – para apreciar a vista “da neblina de Manhattan” e “da neblina do Brooklyn”, nas palavras do nosso ascensorista.

Estava um frio daqueles bem gelados, mas nada que um bom curitibano (de nascença como o Felipe ou adotada como eu) não pudesse suportar. Tiramos algumas fotos da vista do pedestal e fomos ao museu da estátua. No lobby do pedestal está a tocha original, que foi substituída em uma restauração nos anos 1980. O Liberty Island Museum conta a história da estátua e explica como cada parte foi confeccionada.

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Saindo do Museu, pegamos a barca rumo a Ellis Island. A ideia era descer e conhecer o Museu da Imigração, mas passei muito mal na saída da barca. Descemos apenas para que eu pudesse ir até o banheiro e já pegamos a barca de volta para o Battery Park.

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De lá seguimos para o restaurante escolhido para o almoço: Adrienne’s Pizza Bar. O restaurante não é muito largo, mas ganha espaço no comprimento. Chegamos, pedimos uma mesa e logo conseguimos. Pedimos uma pizza tradicional (queijo, massa e molho) porque estávamos com pressa (tínhamos o tour agendando do Wall Street Walks). A pizza era enorme, metade dela foi para uma caixa que carregamos na mochila durante todo o tour por Wall Street, e depois ela virou a janta (a pizza, não a caixa).

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Chegamos no local do Wall Street Walks na hora marcada e esperamos um pouco até que todo o pessoal se juntasse. O tour começa em frente ao número 55 da Wall Street e passa pelos principais pontos da região. Conforme passávamos pelos lugares, o guia nos dava explicações sobre a história do lugar. O ponto negativo de um tour como esse é que não dá tempo de tirar muitas fotos, enquanto o guia fala você quer prestar atenção, quando ele para de falar já vai correndo (ou quase) para o próximo ponto. Tanto que passamos pelo Charging Bull, atravessamos a rua para ouvir a explicação do guia sobre ele e ficamos sem foto! Mas tudo bem, não se desesperem, voltamos lá em outro dia para encostar no touro com a intenção de ficar ricos!

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O tour acaba em frente ao 9/11 Memorial. Foi só atravessar a rua para encontrarmos as “piscinas” do memorial, a “survivor tree” e o 9/11 Memorial Museum. As piscinas, com cachoeiras que caem em um “buraco sem fundo” têm nas bordas o nome de todas as vítimas do atentado de 11 de setembro de 2001.

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Ficamos ali por um tempo e quando decidimos entrar no museu nos demos conta de que estávamos sem um dos cartões do The NY Pass. Pense em uma pessoa que ficou estressada com isso! (e já adianto, não fui eu). Fizemos o caminho de volta passando pelos mesmos pontos do tour para ver se encontrávamos o cartão perdido, mas não tivemos sorte. No local do início do tour, último local em que usamos o cartão, não tinha mais ninguém. Voltamos para casa para procurar na internet dicas do que fazer em caso de perda do cartão, mas a perspectiva não era muito boa: segundo o site, eles não podem trocar o cartão perdido por outro. Mesmo sabendo que a chance era pequena, voltamos ao “gray line New York visitor center”, na 8ª Avenida, e contamos nossa triste história: alguém havia furtado nosso cartão sem que nós percebêssemos. No fim deu tudo certo: eles cancelaram o cartão perdido e nos deram um novo. Yeay!

Saímos de lá com outro ânimo e decidimos aproveitar para passar no Top of the Rock. Ok, mentira, eu estava com outro ânimo. O Felipe estava morrendo de dor de cabeça e me fez parar em uma farmácia para comprar tylenol.

Chegando do Top of the Rock, enfrentamos uma pequena (bem pequena mesmo) fila e conseguimos ingressos para as 19h20. Pois é, demos sorte porque era esse o horário que eu queria 🙂

Como faltava ainda um tempo para dar o horário, fomos até a Starbucks para o tradicional chocolate quente. Ok, na verdade nós gostamos mesmo é do wifi deles, hahaha.

Não pegamos muita fila para subir ao Top of the Rock (na verdade, não pegamos muita fila em nada do que fizemos em NYC). A vista lá de cima é sensacional! Achei melhor que a do Empire State, até porque o Empire State faz parte da vista do Top of the Rock, mas não faz parte da vista dele mesmo, rs.

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Voltamos para casa não muito tarde nesse dia, comemos nosso resto de pizza do Adrienne’s e mais uma vez pegamos no sono pesado.

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Férias em NYC – Day 02

Acordamos antes das 8h, nos ajeitamos e saímos para cumprir a nossa programação. Antes de tudo, uma passadinha na Starbucks para um chocolate quente e um croissant de manteiga. De lá, mais uma passada na Apple Store da 5ª Avenida (culpa do Felipe).

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A ideia inicial era fazer um passeio de bicicleta pelo Central Park (ahã, senta lá Cláudia), mas decidimos fazer o passeio a pé mesmo. Andamos pelo lado leste do parque, passando pela entrada do Central Park Zoo, pela estátua do Hans Christian Andersen e pelo monumento Alice in Wonderland. Sentamos em um banco e aproveitamos a vista por um tempo.

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Apesar de já estarmos na primavera, a maioria das árvores da cidade ainda estava “nos galhos”, apenas uma ou outra árvore florida aparecia pelo caminho. Mas, mesmo assim, com pouco verde e poucas flores, a vista do Central Park é maravilhosa.

Continuamos o passeio por dentro do parque e paramos para observar um grupo de crianças fazendo jardinagem. A bagunça estava rolando solta 🙂

Passamos por trás do Metropolitan Museum of Art e, já que estávamos perto, resolvemos entrar. A princípio, o MET estava em nosso sexto dia de passeio (sim, eu fiz um cronograma detalhado de dias e horários), mas adiantamos a visita pela comodidade. A entrada do MET é super bonita: duas fontes, uma de cada lado e a escadaria da entrada no meio. Em frente ao museu, muitos carrinhos de comida soltando fumaça e cheirando à gordura.

Andamos pelo museu boa parte da manhã, passando pelas alas de arte greco-romana, artes da África, Oceania e Américas, escultura européia e arte medieval (e provavelmente outras mais que eu não lembro). Pode até não parecer muita coisa, mas cada ala é imensa e cheia de coisas para ver. Depois de muita andança, já estávamos cansados e com fome, mas determinados a não sair do museu sem passar pela ala de armaduras e pela ala egípcia, que nós ainda não havíamos encontrado (sim, nos perdemos no museu).

Com a ajuda do mapa, conseguimos nos encontrar novamente. Ok, a verdade é que estávamos praticamente andando em círculos, quando deveríamos estar andando em frente. Ala de armas e armaduras encontrada, fotos garantidas, hora de comer. Subimos até a ala de instrumentos musicais e saímos no andar de cima da ala americana. De lá, avistamos um café e não tivemos dúvida: vamos comer por aqui mesmo. Descemos, enfrentamos a fila e pedimos dois sanduíches de nome “American Heroe”. Com o estômago abastecido, voltamos a passear pelo museu e demos de cara com a ala egípcia: escultura de deuses, esfinges, sarcófagos, múmias e um templo bem bacana. Tiramos as últimas fotos, nos despedimos do museu e voltamos para o Central Park.

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Decidimos cruzar o Central Park na volta para aproveitar um pouco mais da vista. Andamos, andamos, andamos, andamos, andamos, andamos, andamos mais um pouco e chegamos ao Belvedere Castle. O cansaço era grande, apenas passamos por ele, tiramos umas poucas fotos e seguimos rumo a Bow Brigde. Várias placas no caminho avisavam que a ponte estaria em reforma, e ela estava. Mas uma reforma pequena que não impedia a passagem, apenas atrapalhava as fotos, rs. De lá, seguimos para a Bethesda Fountain, cenário de vários filmes e seriados. Tentamos algumas fotos por lá, mas sem pau de selfie a coisa não foi fácil.

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Continuamos nossa caminhada no Central Park, agora procurando desesperadamente pela saída, pois estávamos cansados, com o corpo dolorido de tanto andar e sonhando com a cama do apartamento.

Depois de mais uma vida andando, achamos a saída, pegamos o metrô na 57th Street e aproveitamos para dar uma descansada básica de meia hora no apartamento.

Saímos de lá perto das 16h para dar continuidade ao nosso itinerário: Top of the Rock, Madame Toussands, Discovery Times Square e jantar no Planet Hollywood.

Invertemos a ordem dos locais porque eu decidi que queria ir ao Top of the Rock no final da tarde para pegar o pôr-do-sol. Começamos, então, com o Madame Toussands. O Felipe não estava muito animado para ir até lá, e acho que se perguntarem hoje ele vai dizer que esse é dos lugares que ele cortaria da lista, mas eu gostei. Saí de lá meio confusa, achando que os bonecos de cera pareciam pessoas e que as pessoas pareciam bonecos de cera.

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A próxima parada foi no Discovery Times Square. Eles estavam com duas exibições: Marvels Avengers S.T.A.T.I.O.N e Body Worlds. Adivinha qual nós escolhemos?

Ganhamos cartão de agende secreto da S.H.I.E.L.D., andamos por laboratórios, acessamos informações secretas (haha) e tiramos a foto mais tosca de toda a viagem. Ou melhor, tiraram a foto mais tosca da gente em toda a viagem.

Passeamos um pouco pela Times Square, entramos em algumas lojas (Toys R Us, Disney Store, M&M’s Store) e fomos para o Planet Hollywood porque a fome já estava grande. O restaurante é legal, o atendimento foi ótimo, mas a comida deixou a desejar.

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Enquanto jantávamos nos demos conta de que havíamos esquecido completamente do Top of the Rock! Até poderíamos passar depois que saíssemos do restaurante, mas a canseira já estava grande e, como eu disse, eu queria ir no horário do pôr-do-sol.

Decidimos deixar para o dia seguinte mesmo. Terminamos de comer e pegamos o metrô de volta para casa na estação em frente ao Bryant Park (que nós ainda não sabíamos ser o Bryant Park). Antes de voltar para casa, uma passada básica na farmácia da esquina para comprar itens de necessidade básica (leia-se papel higiênico).

E o dia termina novamente com “chegamos em casa e desmaiamos”.

Férias em NYC – Day 01

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Saímos de Curitiba às 19h10 de terça-feira. Chegamos em São Paulo às 21h e esperamos até às 23h para embarcar para NYC.

Embarcamos, passamos pela classe executiva para despertar a inveja que existe em cada um de nós e fomos para nossos espaçosos assentos na classe econômica. (#sqn)

O jantar foi servido pouco depois da meia-noite. Comi, tomei um Dramin e tentei dormir. O Felipe ficou acordado assistindo um filme que eu não lembro o nome.

A viagem parece eterna: você cochila, acorda porque está mal posicionado, olha a hora, descobre que ainda falta uma vida para chegar e cochila de novo.

Chegamos no JFK às 8h, horário local (9h em Curitiba). Passamos pela fila quilométrica da imigração, fomos atendidos por um americano que não estava exatamente bem humorado, mas também não estava mal humorado, rs. Respondemos às perguntas básicas: motivo da viagem, tempo que vão ficar, local, parentesco, tempo que vão ficar (de novo – essa foi pegadinha do malandro) e por aí vai. Saímos de lá com o carimbo no passaporte, pegamos as malas e pronto.

Pronto o que? Para onde vamos agora? Como falamos com o rapaz do Airbnb? Aonde pegamos o Airbus? Pensa em um casal perdido já de cara, rs.

Mas no fim tudo deu certo: mandamos uma mensagem para o celular do rapaz do Airbnb e encontramos o local do Airbus (fácil, uma latina maluca gritava “Manhattan” a cada dois minutos). Entramos no ônibus com um motorista chinês “mais louco que o Lobão”. O inglês dele não era lá essas coisas, o que rendeu alguns diálogos engraçados dele com os passageiros. Uma vida depois chegamos à nossa estação: Penn Station. O chinês maluco parou o ônibus no meio da rua e nos pediu pra descer. Como tínhamos as malas para pegar, só dava ele gritando “hurry hurry” (ou rãri rãri na pronúncia do nosso amigo).

Malas em mãos, hora de pegar o metrô. Caminhamos da Penn Station até a 34 Herald Square Station e pegamos o metrô da linha F. No meio da viagem, entrou no metrô um trio de cantores. Algo do tipo “eu podia estar matando, podia estar roubando”, mas com música.

Chegamos ao apartamento que alugamos perto das 11h da manhã. O rapaz que ia nos encontrar havia acabado de chegar, ele nos levou até o apartamento e nos deu uma explicação básica:

“Este é o quarto, esta é a sala/cozinha, este é o banheiro. Evitamos usar o fogão, mas se quiserem usar lembrem-se de desligar. O aquecimento não é controlado no apartamento, se ficar quente o que vocês podem fazer é abrir a janela, se esfriar, fechem. Limpei a casa e troquei a roupa de cama, mas não deu tempo de deixar a segunda muda de roupa de cama e banho, tem uma lavanderia aqui perto se quiserem mandar lavar. Se eu não encontrar vocês no dia da saída, deixem a chave na caixa de correio e a chave da caixa de correio no batente da porta. Alguma pergunta?”.

A vontade foi responder “só uma, o que foi que você disse depois do este é o quarto?”. Mas tudo bem, a gente se vira, rs.

Descansamos alguns minutos no apartamento, trocamos mensagens com o grupo da família, mandamos as primeiras fotos de NYC e recebemos as fotos do Otávio (“óoooin”).

Saímos para nosso primeiro almoço em NYC. O lugar escolhido foi a Katz’s Delicatessen por duas razões: estava na lista de lugares para conhecer e ficava há menos de 05 minutos do apartamento. O Felipe comeu o tradicional sanduíche de pastrami e eu, bem menos corajosa quando o assunto é comida, me contentei com um queijo quente.

Escolhemos a opção de pegar a comida no balcão para ser mais rápido. Ficamos um pouco perdidos nos primeiros segundos, mas logo entendemos a lógica do lugar. Pelo menos conseguimos pedir o que havíamos planejado comer, sorte que o casal de brasileiros ao nosso lado não teve (a mulher não entendeu o inglês do balconista e acabou com um sanduíche estranho cheio de repolho. Pela cara dela, acho que não era essa a ideia).

Comemos, pagamos e rua 🙂

Na volta para o apartamento, passamos no Essex Street Market, demos uma volta no mercado e compramos 24 garrafas de água de 500ml por $7,99. Saímos de lá achando que tínhamos feito um bom negócio (a garrafa gelada estava $0,99), mas à noite descobrimos que na farmácia o preço era menor ($4,99). Voltamos para o apartamento, abastecemos a geladeira com água e saímos outra vez.

Pegamos o metrô da F outra vez, sentido “uptown” e paramos na 57th Street, há duas quadras do nosso primeiro destino: Apple Store. A loja estava lotada de vendedores, compradores e turistas. A fachada – com o box de vidro e a praça no entorno – é realmente muito bonita. Por dentro, ela não me pareceu muito diferente de lojas como a A2You (ai se o Felipe lê isso).

Saímos de lá para a FAO Schwarz, a loja do piano de chão do filme “Quero ser grande”. A loja é simplesmente maravilhosa! Andamos por um bom tempo dentro dela e passamos muita vontade de sair de lá com as sacolas cheias de brinquedos para o Otávio (e um ou outro para o Felipe e para mim, rs). Chegamos até o “big piano” e confesso aqui me decepcionei: ele não tem muita graça… Sim, eu sei que ele não é o piano original que apareceu no filme, mas ainda assim esperava um pouco mais 🙂

Apesar de não querer sair da loja nunca mais, tínhamos ainda muita coisa para ver na cidade. Andamos pela 5ª Avenida de olho nos prédios famosos e lojas de marca até chegarmos na St. Patrick’s Cathedral. Entramos (sim, o Felipe entrou na Igreja), mas ela estava em reforma, então não deu para ver muita coisa.

De lá fomos caminhando até o Rockfeller Center. Entramos na Lego Store que também estava na lista de lugares para conhecer e nos decepcionamos: a loja não tem o tamanho e nem a variedade de produtos que imaginávamos. Batemos algumas fotos em frente ao ringue de patinação e seguimos em busca de um lugar para comer. Andamos até a Starbucks na 8ª Avenida (com a rua 47), compramos bebidas geladas (um Valencia Orange e um Iced Lemon Tea) e aproveitamos o wifi para dar mais uma “papeada” com a família.

Saindo do café, paramos no “gray line New York visitor center”, na 8ª Avenida, para pegar o cartão do The NY Pass. Cartão em mãos, fomos em direção ao Madison Square Garden para assistir ao jogo do Knicks.

Chegamos cedo demais para o jogo, então resolvemos dar uma volta por ali. Fomos até a 34 Herald Square Station para ter uma noção exata do caminho que faríamos ao sair do jogo. Passamos em frente a Macy’s, mas deixamos para entrar outro dia. Voltamos ao estádio, o Felipe comprou uma camiseta e um dedo de espuma (sim, somos turistas) e entramos para ver o jogo. Lá dentro, o pessoal estava distribuindo bonés, comida e bebida de graça. Pois é, chegamos na “Fan Appreciation Night”.

Infelizmente, não aguentamos até o fim do jogo: o cansaço era tão grande que saímos no intervalo. Pegamos o metrô F, na 34 Herald Square Station novamente.

Chegamos em casa perto das 22h e desmaiamos.

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