Férias em NYC – Day 01

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Saímos de Curitiba às 19h10 de terça-feira. Chegamos em São Paulo às 21h e esperamos até às 23h para embarcar para NYC.

Embarcamos, passamos pela classe executiva para despertar a inveja que existe em cada um de nós e fomos para nossos espaçosos assentos na classe econômica. (#sqn)

O jantar foi servido pouco depois da meia-noite. Comi, tomei um Dramin e tentei dormir. O Felipe ficou acordado assistindo um filme que eu não lembro o nome.

A viagem parece eterna: você cochila, acorda porque está mal posicionado, olha a hora, descobre que ainda falta uma vida para chegar e cochila de novo.

Chegamos no JFK às 8h, horário local (9h em Curitiba). Passamos pela fila quilométrica da imigração, fomos atendidos por um americano que não estava exatamente bem humorado, mas também não estava mal humorado, rs. Respondemos às perguntas básicas: motivo da viagem, tempo que vão ficar, local, parentesco, tempo que vão ficar (de novo – essa foi pegadinha do malandro) e por aí vai. Saímos de lá com o carimbo no passaporte, pegamos as malas e pronto.

Pronto o que? Para onde vamos agora? Como falamos com o rapaz do Airbnb? Aonde pegamos o Airbus? Pensa em um casal perdido já de cara, rs.

Mas no fim tudo deu certo: mandamos uma mensagem para o celular do rapaz do Airbnb e encontramos o local do Airbus (fácil, uma latina maluca gritava “Manhattan” a cada dois minutos). Entramos no ônibus com um motorista chinês “mais louco que o Lobão”. O inglês dele não era lá essas coisas, o que rendeu alguns diálogos engraçados dele com os passageiros. Uma vida depois chegamos à nossa estação: Penn Station. O chinês maluco parou o ônibus no meio da rua e nos pediu pra descer. Como tínhamos as malas para pegar, só dava ele gritando “hurry hurry” (ou rãri rãri na pronúncia do nosso amigo).

Malas em mãos, hora de pegar o metrô. Caminhamos da Penn Station até a 34 Herald Square Station e pegamos o metrô da linha F. No meio da viagem, entrou no metrô um trio de cantores. Algo do tipo “eu podia estar matando, podia estar roubando”, mas com música.

Chegamos ao apartamento que alugamos perto das 11h da manhã. O rapaz que ia nos encontrar havia acabado de chegar, ele nos levou até o apartamento e nos deu uma explicação básica:

“Este é o quarto, esta é a sala/cozinha, este é o banheiro. Evitamos usar o fogão, mas se quiserem usar lembrem-se de desligar. O aquecimento não é controlado no apartamento, se ficar quente o que vocês podem fazer é abrir a janela, se esfriar, fechem. Limpei a casa e troquei a roupa de cama, mas não deu tempo de deixar a segunda muda de roupa de cama e banho, tem uma lavanderia aqui perto se quiserem mandar lavar. Se eu não encontrar vocês no dia da saída, deixem a chave na caixa de correio e a chave da caixa de correio no batente da porta. Alguma pergunta?”.

A vontade foi responder “só uma, o que foi que você disse depois do este é o quarto?”. Mas tudo bem, a gente se vira, rs.

Descansamos alguns minutos no apartamento, trocamos mensagens com o grupo da família, mandamos as primeiras fotos de NYC e recebemos as fotos do Otávio (“óoooin”).

Saímos para nosso primeiro almoço em NYC. O lugar escolhido foi a Katz’s Delicatessen por duas razões: estava na lista de lugares para conhecer e ficava há menos de 05 minutos do apartamento. O Felipe comeu o tradicional sanduíche de pastrami e eu, bem menos corajosa quando o assunto é comida, me contentei com um queijo quente.

Escolhemos a opção de pegar a comida no balcão para ser mais rápido. Ficamos um pouco perdidos nos primeiros segundos, mas logo entendemos a lógica do lugar. Pelo menos conseguimos pedir o que havíamos planejado comer, sorte que o casal de brasileiros ao nosso lado não teve (a mulher não entendeu o inglês do balconista e acabou com um sanduíche estranho cheio de repolho. Pela cara dela, acho que não era essa a ideia).

Comemos, pagamos e rua 🙂

Na volta para o apartamento, passamos no Essex Street Market, demos uma volta no mercado e compramos 24 garrafas de água de 500ml por $7,99. Saímos de lá achando que tínhamos feito um bom negócio (a garrafa gelada estava $0,99), mas à noite descobrimos que na farmácia o preço era menor ($4,99). Voltamos para o apartamento, abastecemos a geladeira com água e saímos outra vez.

Pegamos o metrô da F outra vez, sentido “uptown” e paramos na 57th Street, há duas quadras do nosso primeiro destino: Apple Store. A loja estava lotada de vendedores, compradores e turistas. A fachada – com o box de vidro e a praça no entorno – é realmente muito bonita. Por dentro, ela não me pareceu muito diferente de lojas como a A2You (ai se o Felipe lê isso).

Saímos de lá para a FAO Schwarz, a loja do piano de chão do filme “Quero ser grande”. A loja é simplesmente maravilhosa! Andamos por um bom tempo dentro dela e passamos muita vontade de sair de lá com as sacolas cheias de brinquedos para o Otávio (e um ou outro para o Felipe e para mim, rs). Chegamos até o “big piano” e confesso aqui me decepcionei: ele não tem muita graça… Sim, eu sei que ele não é o piano original que apareceu no filme, mas ainda assim esperava um pouco mais 🙂

Apesar de não querer sair da loja nunca mais, tínhamos ainda muita coisa para ver na cidade. Andamos pela 5ª Avenida de olho nos prédios famosos e lojas de marca até chegarmos na St. Patrick’s Cathedral. Entramos (sim, o Felipe entrou na Igreja), mas ela estava em reforma, então não deu para ver muita coisa.

De lá fomos caminhando até o Rockfeller Center. Entramos na Lego Store que também estava na lista de lugares para conhecer e nos decepcionamos: a loja não tem o tamanho e nem a variedade de produtos que imaginávamos. Batemos algumas fotos em frente ao ringue de patinação e seguimos em busca de um lugar para comer. Andamos até a Starbucks na 8ª Avenida (com a rua 47), compramos bebidas geladas (um Valencia Orange e um Iced Lemon Tea) e aproveitamos o wifi para dar mais uma “papeada” com a família.

Saindo do café, paramos no “gray line New York visitor center”, na 8ª Avenida, para pegar o cartão do The NY Pass. Cartão em mãos, fomos em direção ao Madison Square Garden para assistir ao jogo do Knicks.

Chegamos cedo demais para o jogo, então resolvemos dar uma volta por ali. Fomos até a 34 Herald Square Station para ter uma noção exata do caminho que faríamos ao sair do jogo. Passamos em frente a Macy’s, mas deixamos para entrar outro dia. Voltamos ao estádio, o Felipe comprou uma camiseta e um dedo de espuma (sim, somos turistas) e entramos para ver o jogo. Lá dentro, o pessoal estava distribuindo bonés, comida e bebida de graça. Pois é, chegamos na “Fan Appreciation Night”.

Infelizmente, não aguentamos até o fim do jogo: o cansaço era tão grande que saímos no intervalo. Pegamos o metrô F, na 34 Herald Square Station novamente.

Chegamos em casa perto das 22h e desmaiamos.

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4 thoughts on “Férias em NYC – Day 01

  1. Ana SODIO June 25, 2015 at 3:31 am Reply

    Que delícia!!!! Fan appreciation night, super sorte! hehe
    Adorei as fotos tb, conta mais! hahahaha

  2. Anita June 25, 2015 at 6:08 pm Reply

    Conto sim! Amanhã tem mais 😄

  3. Giovane Vazzoler Treter July 4, 2015 at 2:52 pm Reply

    Só estou lendo agora… show… hehehheh

  4. Anita July 6, 2015 at 9:04 am Reply

    Giovane, nunca é tarde para começar, hahaha! Que bom te ver aqui no blog de novo 🙂

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